[EMP] Diorn Varsques

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[EMP] Diorn Varsques

Mensagem por Diorn Varsques em Dom Dez 14, 2014 1:50 am



Trabalho
A dangerous job
 
Fazia uns quinze dias dês de que eu sairá de Suzail a capital de Cormyr, em direção a Estrela Vespertina uma cidade que é uma grande produtora de vinho que se encontra perto dos picos da tempestade, eu nunca estive nessa cidade antes mais se o que todos diziam era verdade perto de uma das estradas que cruzam a cidade e perto de um buraco na base da montanha que alguns aventureiros usavam para conseguir minérios ou simplesmente caçar alguns orc’s, no meu caso eu simplesmente estava indo para lá para minerar um pouco.

Tinha chegado à cidade, como sempre portando meu arco e flecha por sobre meu manto marrom cobrindo meu corpo e minhas asas, era comum se encontrar Argonianos nas cidades ou pelo caminho, mais e raro encontrar um com asas, alguns tinham medo por ficarmos muito parecidos com dragões, ate onde eu sabia que minha mãe me dissera antes de morrer e que eu era mesmo filho de um dragão não entendi como isso era possível e ela não me explicou, coloquei o capuz de meu manto e abaixei minha cabeça e fui seguindo um pouco incomodado por conta da picareta que eu carregava comigo já fazia um tempo. Depois de ter comido e bebido algo em uma taberna da cidade, e logo depois fui para a entrada da caverna. Ao chegar lá olhei para dentro do local e nada consegui ver então peguei um pedaço de madeira e o acendi, adentrei ao local e segui olhando para todos os lados.

Depois de horas andando pelas varias passagens e caminhos que a caverna possuía escutei o barulho de passos e o som de vozes grossas e roucas, logo em seguida a uns metros de onde eu estava vi a luz de uma tocha começar a se insinuar em uma bifurcação, os sons e a luz vinham da direita rapidamente olhei para todos os lados procurando uma forma de me esconder, pois não estava nem um pouco a fim de lutar, por sorte encontrei uma passagem na parede a minha direita que eu não tinha notado antes, apaguei a tocha e adentrei a sala e encostei-me à parede por sorte eu possuía escamas escuras o que me ajudou a me esconder no local. Segundos depois os três Orc’s seguiram seus caminho em direção a um conjunto de antessalas que eu tinha passado a pouco eu precisava reacender a tocha de minha pequena bolsa retirei duas pedras que usava para acender fogueiras, bati uma contra a outra encima da tocha e minutos depois a mesma acendeu.

Quando me ergui e a luz do objeto em minha mão iluminou a camará em que me encontrava vi uma parte da parede a minha frente emitir um brilho fraco assim que foi tocado pela tocha, vi que tinha encontrado uma jazida de prata, na mesma hora em que vi aquilo meus lábios mostraram um grande sorri se é que se pode dizer que um Argoniano sorri já que possuímos presas ao invés de dentes normais. Coloquei a tocha no suporte que tinha na parede da camará, tirei meu casaco e o dobrei o deixando no canto peguei meu arco e minha aljava e os deixei junto de meu casaco, por fim peguei a picareta e comecei o processo de extração tomando muito cuidado para não acertar um ponto errado e fazer o teto abobadado desmoronar sobre mim, enquanto extraia o minério flashs de quando minha mãe ainda era viva vinham em minha cabeça.

Um dos flashs que mais me acometiam naquele momento era de minha mãe me ensinando a forjar armas e armaduras, lembro-me de todas as noites que ela chorava achando que eu estava dormindo, isso sempre me irritou porque no dia que ela descobriu que estava grávida de mim meus avos a expulsaram de casa e para conseguir sobreviver após meu nascimento ela teve que trabalhar como ferreira consertando e fazendo armas enquanto cuidava de uma criança diferente, mas na noite que não consegui dormir eu escutei os choros dela e fui ate seu quarto.

Balancei a cabeça e quando escapei de minhas lembranças percebi duas coisas, primeira eu tinha parado com o que estava fazendo, e segundo estava começando a chorar algumas lagrimas já desciam por minha face. Sequei meus olhos e dei uma olhada para a jazida tinha tirado tudo que aquela possuía assim peguei minha bolsa e guardei na mesma toda a prata que eu conseguira, guardei a picareta em minhas costas novamente, pendurei a alça da bolsa em meu ombro direito deixando todo o resto dela do lado esquerdo de meu corpo o que pesou um pouco, recolhi minha capa e a vesti cobrindo novamente minhas asas e as coisas que carregava comigo, prendi minha aljava em minhas costas e peguei o arco o deixando na mão esquerda e a direita se ocupou com a tocha, por fim sai de dentro daquela sala e segui para fora da caverna.

Já tinha passado por todas as salas e câmaras que aquele lugar possuía e ate então nada aconteceu, quando me aproximei da saída que já podia ver os raios da lua entrando no local. Parei antes de entrar no corredor, estava ouvindo vozes de Orc’s discutindo. No momento em que me escondi na parede uma pedrinha saiu rolando produzindo um grande barulho que atraiu a atenção dos monstros que começaram a se dirigir para onde eu estava, eu não teria chances muito boas contra aquelas criaturas mais para conseguir sair de La inteiro e com vida eu teria que lutar então dei uma rápida olhada neles.

Era três guerreiros, um portava uma espada o segundo um machado e o ultimo um arco o que seria um problema fiz minha mente trabalhar o mais rápido possível e assim consegui um plano não era dos melhores mais já era algo, os monstros estavam na metade do corredor apareci no mesmo e na mesma hora para distrair o arqueiro jogo a tocha na direção do mesmo em seguida saco uma flecha de minha aljava a posiciono na corda do arco retesando o mesmo rapidamente e ao mirar para o que possuía o machado disparo a flecha sem pensar duas vezes saco outra e repito o processo só que dessa vez o alvo era o que portava a espada.

O arqueiro fora atingido com força na cabeça o que o fez desmaiar, o que portava o machado teve a barriga perfurada pelo projétil que tinha perfurado o estomago do orc ate sua metade, mais o da espada desviara a flecha com sua arma e chegara próximo de mim o suficiente para me acertar, tentei desviar do ataque, mas acabei levando um pequeno corte em meu braço que não sangrava muito, com raiva e sem escolha acerto o arco em sua cabeça com toda a minha força a criatura cambaleia para o lado e aproveito a brecha para fugir,  minha perna e agarrada pelo orc do machado que estava quase morto mais muito fraco para me segurar então puxo minha perna e saio do lugar indo de volta para Suzail sem parar para nada.

COM: Alguém ONDE: Aqui VESTINDO: Isso POST: 000

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Re: [EMP] Diorn Varsques

Mensagem por Guardian em Seg Dez 15, 2014 3:05 pm

Avaliação



Encontrei alguns erros relacionados a ortografia e concordância, aconselho veemente que revise o texto antes de postar ou mesmo o faça no word, assim evitará erros assim. Não descontarei nada disso em recompensa, por que isso não é uma prova de redação, todo mundo erra e é algo natural do ser humano. Um erro constante foi trocas “mas” por “mais”, o primeiro tem sentido de contradição com a frase anterior, exemplo “Diorn encontrou orcs e se feriu, mas no final tudo deu certo”; enquanto o “mais” tem sentido de adição, ou seja, “eram mais de dois orcs”. Utilize melhor as vírgulas, há passagens onde é necessário a vírgula e outras não.

Seria interessante você descrever melhor o ambiente, a jazida e o processo de retirar as placas, guardando-as. Isso são ações típicas de um mineiro e deve ser melhor descrito. Seria bom também que detalhasse quantas placas você conseguiu.

A batalha não era necessária em nenhum momento, até preferiria que não tivesse. Era apenas Diorn se esconder mais, ser mais furtivo, coisas desse tipo. Da próxima, peço que evite a batalha, pois as vezes ela deixa cansativa a narrativa, quando não necessária. Eu particularmente achei a batalha muito fraca, você subestimou seus inimigos demais e os golpes foram um tanto incoerentes com os resultados, apesar de estratégicos.

Recompensa: 5 placas de prata + 12 PP.


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Re: [EMP] Diorn Varsques

Mensagem por Diorn Varsques em Ter Dez 16, 2014 3:24 pm



Forjando
The things that are given to us from someone we love never get lost.
 
O calor de uma forja e algo inconfundível, para um ferreiro a temperatura desse lugar e reconfortante ate, estava querendo usar a prata e u nutriun que eu adquirirá a algum tempo por isso joguei mais algumas lenhas dentro da fornalha para aumentar o poder das chamas que a mesma possuía para que começasse a preparar os materiais, enquanto a fornalha ia se aquecendo fui atender meu primeiro cliente, era uma Drow conhecida minha que por agora eu não seria importante citar adentrou em meu estabelecimento, pedindo-me que lhe forja-se uma espada de prata de punho médio, sorri para ela e após acordar o valor com ela voltei para perto da fornalha.

Joguei mais algumas lenhas dentro da mesma só para garantir que sua temperatura estivesse boa, em seguida coloquei dentro da mesma duas placas de prata, uma seria usada na lamina e a outra para se fazer o pomo, guarda mão e a empunhadura, enquanto os metais iam aquecendo comecei a me preparar, estiquei minha asas como se estivesse me espreguiçando, vesti o avental de ferreiro para me proteger de qualquer coisa que viesse em minha direção durante o processo como minha mãe me ensinava, vesti minhas luvas é por fim peguei meu tenaz e martelo de forja, encaminhei-me ate as peças que estavam aquecendo retirei uma usando o equipamento em seguida fui ate a bigorna e munido de meu martelo que lá me esperava.

Posicionei o material sobre a bigorna e comecei a martelar o mesmo para lhe dar formas, a cada dez batidas que dava na peça eu mudava seu lado ate que a mesma esfriou ate certo ponto, voltei com a lamina quase pronta para dentro da fornalha e logo em seguida retirei de lá e o depositei sobre minha mesa e com o auxílio de um formão e de meu martelo parti a peça em tamanhos exatos para usar nas outras peças da arma.

Assim que estava tudo separado peguei o primeiro e comecei a moldar na forma da empunhadura, coloquei a pequena peça sobre o chifre da bigorna começando a martela-la, usando do tenaz virei à peça algumas vezes para que a mesma tomasse forma cilíndrica ate que as duas pontas do mesmo se ligaram, voltei o mesmo para dentro da fornalha que agora já não tão quente mais, mas sim na temperatura ideal para temperar levemente cada parte.

Logo no mesmo momento peguei o segundo pedaço com o tenaz e o coloquei de lado encima da base de meu auxilio de trabalho, comecei batendo com muita força, parei um pouco, pois estava muito exausto com todo o esforço que fiz para forjar aqueles três pedaços, deixei o martelo o tenaz e o material sobre a bigorna e fui comer e beber algo retirei uma das luvas, tomei um jarro de água e comi um pedaço da carne defumada de coelho que eu tinha, já era a ultima.

Calcei a luva novamente e voltei ao meu trabalho depois de descansar um pouco e já bem revigorado voltei ao meu trabalho com uma vontade bem maior peguei o tenaz e o martelo e voltei a dar forma à guarda mão, coloquei a mesma junto da lamina e da empunhadura, para finalizar fui fazer o pomo que precisou ser reaquecido, com desgosto coloquei o mesmo dentro da fornalha e tirei de La a lamina e a empunhadura.

Firmando a lamina na base do objeto de suporte dei mais algumas batidas para acertar algumas das imperfeições que foram deixadas pelo processo de tempera, assim que estava da forma que eu desejava coloquei a mesma dentro  do balde com água fria para que o mesmo ficasse mais resistente, por fim lixei a lamina para deixa-la bem afiada, depois de alguns minutos afiando a mesma com calma e dedicação peguei a empunhadura e com um pequeno formão próprio para se entalhar ou criar desenhos no metal, que agora já mais frio pude pegar com minha luva e assim ao redor de toda a empunhadura fiz círculos onde seria preso o couro para deixar a pegada no mesmo mais fácil, peguei a empunhadura e a coloquei na fornalha minutos depois a retirei ainda um pouco quente e prendi o couro na mesma e a coloquei para esfriar depois deixei i mesmo ao lado da lamina, peguei o guarda mão e o levei ate a água gelada e o mergulhei de uma vez que o fez esfriar de uma só vez que fez o objeto adquirir uma certa resistência, deixei o mesmo ao lado das outras duas placas e rapidamente peguei a que faltava a levei ate a bigorna e com batidas fortes e certeiras moldei o ultimo pedaço em um pomo cilíndrico.

Peguei o pomo com um tenaz e o guarda mão aqueci suas pontas ate que eles brilharam,  no momento seguinte os juntei e dei algumas batidinhas mais leves com um outro martelo para liga-los, em seguida os coloquei lentamente no balde de água, peguei o guarda mão e o coloquei no forno para que seu centro se aquecesse um pouco e o tirei rapidamente o coloquei na parte de cima da empunhadura e repeti o processo do pomo, no final segurando a ponta afiada da lamina coloco sua parte de baixo dentro do forno ate que a mesmo começou a reluzir de um tom laranja e ao tirar a mesma re La repeti o processo para liga-la ao resto da arma a esfriei e a lixei mais um pouco.

Depois de todo o trabalho feito e de enrolar a lamina em um pano junto de sua bainha, deitei no chão completamente exausto mais muito feliz pelo meu feito, tudo isso me lembrou do tempo em que minha mãe me ensinara a forjar armas, fechei os olhos e fiquei a recordar de todos os momentos que passei com ela enquanto descansava. Uma hora depois disso tudo voltei a abrir meus olhos e levantei-me do chão peguei a arma já pronta e fui a entregar para sua dona

COM: Eu e meus materiais de trabalho ONDE: Minha forja VESTINDO: Isso POST: 000

@Lilah


gastos:
espada de Lenora (2 placas de pratas)

Obiservação:
Oi queria me desculpar por qualquer erro de ortogravia ou algo parecido, e dizer que o processo de forja que usei e o mesmo que usava em um personagem ferreiro que eu tinha em um forum de PJ então se tiver errado gostaria que me dissessem e que isso não acarreta-se em alguma perda, pois como disse usei o processo que eu usava em outro forum obrigado
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Re: [EMP] Diorn Varsques

Mensagem por Goddess em Qua Dez 17, 2014 9:38 am

Avaliação| EMP



Aprovado
Recompensa: 15 pp.

Cada ser à sua imagem faz o que mais lhe convém. Quem pode criticar o ladino, ou apontar o caótico? Censurar o neutro, ou gozar o ordeiro? Aquilo em quem mais se destaca é o que mais lhe acrescenta, e Diorn parece saber disso, pois o empenho que aplica em seu ofício não é algo que se vê de modo corriqueiro. A dedicação muitas vezes é recompensada, atenha-se a esse preceito e siga desempenhando bem o exercício de seu dever.

Levarei em conta seu pedido de desculpas, Diorn, porém, não posso fingir que os erros ortográficos não existiram por isso. Houveram em demasia, e, não fosse a riqueza da descrição do processo da forja, teria descontado mais em sua recompensa. Não sei se você pesou o conselho que lhe foi dado pela Guardian de usar o word para facilitar no reconhecimento e correção desses pequenos deslizes, mas me pareceu que não. Em suma, os seus não prejudicaram tanto o texto, mas houve sim momentos em que eles quebraram a linha da leitura e eu fiquei um pouco desapontada por ver um post de EMP tão bem descrito prejudicado por esses errinhos bobos.

No mais, espero que você revise isso da gramática, certo? Você é bom no que faz, portanto, só tende a melhorar se agarrar-se ao que faz bem e se dispor a fazer ainda melhor. Garanto que se seguir as regras que lhe damos, você poderá vir a se tornar ainda melhor! Estou ansiosa por ver seus desenvolvimento.



Última edição por Goddess em Sex Dez 19, 2014 6:43 pm, editado 1 vez(es)

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Re: [EMP] Diorn Varsques

Mensagem por Diorn Varsques em Sex Dez 19, 2014 3:23 pm



Forjando
The things that are given to us from someone we love never get lost.
 
Estava voltando do mercado para minha forja, tinha ido comprar alguns matérias que eu precisava e alguns alimentos também. Virei à esquina que levava ate minha forjaria e quando olho para sua entrada vejo que uma semi elfa a porta de meu local de trabalho, e como se ela estivesse me esperando respirei fundo para acalmar meus nervos, pois poderia não ser nada e ela estar ou se escondendo ali, ou por qualquer outro motivo.

-Você é o dono dessa forja?- me perguntou ela e eu simplesmente assenti enquanto abria a porta e adentrava o local, comecei a guardar as coisas que eu comprara – Eu queria que me forja-se um arco longo e trinta flechas, posso lhe pagar com algo um pergaminho de magia- disse a elfa sorri, mas a mesma não viu meu sorriso respirei fundo e me voltei para ela - Posso fazer sim, volte aqui amanhã de manhã- disse a mesma que logo saiu de meu estabelecimento.

Fui para o interior de minha forja joguei alguns pedaços de madeira dentro da fornalha e aticei o fogo com o fole e deixei que fosse esquentando, dirigi-me ate as estantes onde se encontrava meus instrumentos de trabalho. Das estantes retirei quatro formas sendo elas duas para forjar o arco e a outra para as flechas, deixei as sobre minha mesa de trabalho e fui pegar um pequeno martelo, meu martelo de forja, um tenaz, dois formões de tamanhos diferentes e os materiais, algo me dizia que faltava alguma coisa. O fogo estava um pouco baixo então peguei o fole o coloquei a boca da fornalha e comecei a assoprar um pouco de ar para aumentar as chamas, apoiei o fole ao lado da fornalha então lembrei o que estava faltando.

Corri ate a estante de materiais e peguei lá dois recipientes onde coloquei os minerais, vesti o avental de ferreiro e minhas luvas, em seguida peguei uma das vasilhas que estava com a prata e coloquei dentro do forno, em seguida coloquei o outro lá dentro, joguei mais pedaços de madeira e por fim fechei a tampa da fornalha e fui fazer o corpo das flechas, peguei algumas penas, umas cordas de linho uma lixa e uma faca por ultimo os galhos para fazer o corpo das flechas.

Comecei cortando as imperfeições dos galhos e afiando sua ponta, em seguida na parte de trás fiz um pequeno corte para o encaixe da arma na corda do arco e um pouco mais acima desse fiz um de cada lado da flecha para encaixar as penas, após isso encaixei duas penas em cada lado delas e para prendê-las amarrei cordas de linho e por fim coloquei cada uma em um encaixe do molde e o tampei, fui ate o forno da forja e dei uma olhada lá dentro e sorri ao ver que estava quase no ponto de fusão fechei a porta do forno e fui terminar de preparar a forma do arco, fechei o mesmo e após verificar tudo voltei para o forno e com o tenaz peguei a primeira vasilha, com cuidado a retirei do forno e lentamente e com extremo cuidado andei ate os moldes, virei a lentamente no caminho que tinha na parte de cima do molde que guiou o liquido claro ate os buracos que levariam ate a ponta das flechas.

Voltei para o forno e peguei o outro recipiente que seria para o arco, com o mesmo cuidado e calma da ultima vez andei ate o molde do arco e, ao me aproximar do mesmo que por ser maior estava em pé e apoiado no chão, lentamente despejei o liquido dentro do molde e após isso sentei-me na cadeira para descansar um pouco.

Acabei pegando no sono, sem muita coisa para fazer eu estava entediado, acordei oras depois assustado então fui ver os moldes eles já tinham esfriado, abri o de ferro e com o formão pequeno retirei as mesmas de lá, peguei a lixa e a passei em cada ponta para afia-las e tirar o excesso de prata das pontas, depois fui ver o arco abri a tampa do molde e com um formão grande retirei a arma da forma e o levei ate a bigorna apoiei a ponta e com o martelo comecei a amassar  as pontas, em seguida comecei a envergar o arco para deixa-lo flexível, respirei fundo e novamente apoie a ponta do arco na bigorna, segurei o mesmo com minhas pernas e com um formão e um martelo e abri uma fissura em cada ponta para passar a corda pelo arco.

Respirei fundo peguei a corda e a estiquei, amarrei uma ponta da corda na parte de cima do arco e depois o puxei o maximo e o amarrei na outra ponta, por fim peguei uma peça de couro e o prendi no local onde a mão do portador iria segurar o arco, para testar puxei a corda no seu maximo e depois a soltei a corda balançou mas não arrebentou sorri e o coloquei junto das flechas que eu tinha colocado em uma aljava que eu tinha perdida pela forja, em seguida cobri as duas com um pano e a guardei para entregar no dia seguinte para a semi elfa.

COM: Sozinho ONDE: Em minha forja VESTINDO: Isso POST: 000

@Lilah


Minerais usados:
Duas peças de prata para o arco e duas para as trinta flechas

obiservação:
os minerais amais que usei já foram pedidos na loja gostaria que atualizassem ela antes de atualizar o post e me perdoe pelos erros alguns não são corrigidos pelo word
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Re: [EMP] Diorn Varsques

Mensagem por Guardian em Sab Dez 20, 2014 11:57 pm

Avaliação| EMP



Aprovado
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O português tá um pouco melhor por parecer estar usando o Word, mas ainda existem erros bobos e sem sentido no meio do texto, como "oras" para citar tempo, já que hora é com "h". De qualquer forma, a interação com o cliente foi fraca, e alguns detalhes da forja um pouco confusos. Tiveram frases corridas e a repetição desnecessária de algumas palavras, além da necessidade de um ponto em algumas situações.

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Re: [EMP] Diorn Varsques

Mensagem por Diorn Varsques em Seg Dez 22, 2014 1:26 pm



Mineração
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Estava com falta de material, e ao que parecia eu precisaria de mais minérios então outra vez fui ate Estrela vespertina pela estrada para não ser atacado tão facilmente. Tinha chegado à cidade, mas dessa vez não portava meu arco só a picareta e meu alforje, e como sempre minha capa tampando minhas asas, parei na taberna e comi alguma coisa e descansei enquanto ouvia as conversas de todos que ali se encontravam.

Horas depois me dirigi ate a caverna respirei fundo e com o cabo da picareta apoiada em meu ombro direito e portando uma tocha na esquerda, ao adentrar o local me lembrei do que ocorrera da ultima vez então decidi seguir para a esquerda adentrando em uma ante sala com quatro portas, iluminei cada uma para escolher uma delas.

O caminho que eu fizera fora, esquerda, direita, esquerda e por fim esquerda novamente. Encontrei uma nova sala ainda não explorada por nada nem ninguém, prova disso e que não possuía suportes para tochas ou qualquer coisa que prova-se a existência de alguém lá, andei por toda sala mas não encontrei sequer uma jazida de qualquer minério ou pedra que existisse suspirei e sai da sala e tomei o caminho ao contrario que me levara a sala.

O túnel estava bem iluminado por minha tocha, cheguei a uma bifurcação, do lado esquerdo um odor horrível era emanado d outro um som de rosnados era emitido, dei meia volta para voltar de onde vim, mas fui surpreendido ao ver a passagem fechada, larguei a picareta no chão e com minha mão livre comecei a esmurrar a parede, mas nada aconteceu era como se a mesma estivesse sempre ali olhei ao redor e as passagens anteriores também estavam fechadas não consegui entender aquilo, sabia que algo estava acontecendo só não sabia o que. Do nada um ponto da parede a minha esquerda sumiu formando um arco de perfeito que possibilitaria a minha saída, peguei a picareta e segui na direção andei por pelo menos uma hora direto ate que cheguei a uma antessala que a minha frente possuía escadas e dessa direção pude sentir o ar puro que era emanado, ao minha direita se encontrava uma jazida de prata não parecia ser muita coisa, mas ainda sim era muito bom, a minha esquerda encontrava-se outra jazida do mesmo material aquilo me deixou feliz e para ilumidar os locais eu abri um pequeno buraco no chão o suficiente para inserir a tocha, fui ate a jazida da esquerda e dei uma olhada na mesma.

A jazida possuía algumas rachaduras, isso poderia acarretar um desmoronamento então eu teria que tomar cuidado, peguei minha picareta e comecei o trabalho, batia sua ponta ao redor do metal para tira-lo sem danificar o mesmo o que era difícil. Torei a primeira placa sem danifica-la, sorri e dei outra olhada na jazida e voltei a usar a picareta, agora começava a tirar uma peça por uma para não dar nem um problema.

Terminei a primeira e fui comer alguma coisa, depois peguei as três peças que tinham sido retiradas e as analisei todas estavam em perfeito estados, guardei elas em meu alforje e fui para a outra jazida ela era menor mais ainda sim tinha bons minérios, comecei o processo de extração, com a picareta eu acertava os pontos rochosos para não atingir o minério, fiz isso envolta deles varias vezes e consegui retirar sem danificar nada umas duas placas as guardei em meu alforje por fim peguei a picareta e a tocha e fui embora de lá.

Subi as escadas daquela sala ate sair da caverna, sai do local só que em um ponto muito distante, ao que parecia eu estava no meio da floresta real por sorte estava na entrada dela para não correr riscos mesmo que eu demora-se mais a retornar eu não correria tantos perigos, assim voltei para a cidade onde ficava minha forja.

COM: Alguém ONDE: Aqui VESTINDO: Isso POST: 000

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Re: [EMP] Diorn Varsques

Mensagem por King em Qua Dez 24, 2014 4:56 am

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Re: [EMP] Diorn Varsques

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