[EMP] Morgiana Polos the fox

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[EMP] Morgiana Polos the fox

Mensagem por Morgiana Polos em Ter Dez 30, 2014 6:54 pm

Tinha acabado de adentrar em meu quarto na pousada em Saerloon, a noite estava começando a despontar no horizonte, a Oeste enquanto o sol recolhia-se o mesmo tingia a abobada celeste de um laranja maravilhoso que sempre me encantava. Terminei de lavar-me e já vestia um dos meus vestidos favoritos que na verdade fora de minha mãe ele era simples, mas era perfeito e seu corte caia perfeitamente em meu corpo, vesti o manto que me fora dado por meu pai antes da morte de minha mãe pelas mãos de um Draw.

Espantei as lembranças da morte de minha mãe e de tudo o que acontecera pouco tempo de, pois e me posicionei de frente para o espelho para terminar de me arrumar. Quando terminei dei uma ultima olhada no espelho de corpo inteiro, eu estava vestida com o vestido cor de creme de minha mãe um manto azul que meu pai me dera e umas sandálias que eu comprara há alguns dias, sorri ao me aprovar e por fim sai do quarto trancando o mesmo e indo dar uma volta na cidade.
Aquela noite estava calma como sempre é em Sembia, isso não me agradava muito, mas era o único lugar em que eu poderia viver por enquanto, eu precisava de dinheiro e assim decidi por em pratica tudo o que minha mãe me ensinara. Ajeitei o manto de forma que meus seios ficassem um pouco mais amostra, adentrei em um beco e sai em outra rua um pouco menos iluminada que a anterior, mas graças a minha visão felina consegui enxergar perfeitamente, andei mais alguns passos e assim meu primeiro alvo apareceu. Era um Reaver que acabara de sair de uma taberna, e mesmo na distancia em que nos encontrávamos pude sentir o forte cheiro de bebida que seu corpo exalava, respirei fundo e com um sorriso dirigi-me ate o homem.

- Olá será que poderia me ajudar?- perguntei com uma voz inocente acompanhado de um sorriso tão inocente quanto minha voz, o Reaver sorriu para mim e me puxou para perto dele – Me diga pequena Aluriana o que precisa- sorri para o homem, e agora mais perto dele pude perceber que ele estava mais bêbado do que o que eu pude imaginar e isso me ajudava – Eu me perdi e não consigo encontrar minha casa, meus pais devem estar muito preocupados- disse um pouco constrangida com o contato do homem, mas na verdade estava era sentindo nojo daquele ser que me lembrava meu próprio pai, só de ficar perto dele as lembranças de velo bêbado me assombravam, muita das vezes eu tinha que ir ate a taberna de nossa pequena vila para busca-lo e mesmo assim não importava o que eu fizesse ou disse se ele acabava por me bater, na ultima vez que o mesmo encostara a mão em mim eu o matara e enquanto mesmo agonizava ate a morte jurei que já mais seria subjulgada por outro homem.

Damaciam me levava de volta para onde seria minha suposta casa e enquanto isso me contou um pouco de sua historia, o mesmo era um mercador de escravos e tinha acabado de vender um bom lote de escravos e estava ate agora comemorando na taberna ate que me encontrara – Aqui, e logo no final dessa viela- disse apontando para o homem – Que bom vamos lá- disse ele com um sorriso de quem acha que esta ganhando o maior de todos os presentes. Andamos ate a metade da viela e nesse momento Damaciam me prendeu contra a parede o que eu já esperava que o mesmo fizesse, em seguida ele começou a beijar meu pescoço enquanto eu fingia tentar empurra-lo, mas na verdade tentava alcançar a faca que a pouco o mesmo me mostrara sem querer, eu pretendia apenas levar o dinheiro daquele verme, mas a arma era linda e sabia que precisava possuí-la. Consegui encostar no cabo da mesma e a puxei de sua bainha sem que o mesmo nota-se e logo que o objeto estava em minha posse desvie de suas mãos que se procuravam tocar avidamente um ponto entre minhas pernas, assim que sai de seus braços segurei a faca com firmeza na mão apontando para o tórax do homem e com um sorriso que o surpreendeu ou o assustou não sabia dizer qual era, mas aquilo me divertia de uma forma que poucos entendiam – Me passe todo o dinheiro e joias que estão em sua posse, agora- disse com a voz firme – O que pensa estar fazendo sua vadia de cauda- revirei os olhos e encostei a ponta da faca em seu pescoço – Estou lhe roubando ou esta bêbado de mais para perceber isso?- perguntei e na mesma ora que proferi essas palavras o mesmo me dera um tapa na cara que me fez vacilar um pouco, mas logo me recuperei e com raiva cravei a lamina do objeto em sua cocha esquerda e a puxei ou pouco retalhando sua cocha, o mesmo cairá no chão gritando de dor.

Após tirar o objeto de sua cocha eu coloquei a ponta do mesmo sobre seu bem mais precioso o mesmo arregalou os olhos e na mesma hora jogou uma pequena bolsinha de couro para mim, peguei a mesma no ar sorri e o agradeci e limpei a lamina em sua calça e fui embora levando comigo a bolsa com algumas moedinhas e a faca de prata muito linda, seu cabo era folheado a ouro e com duas tiras de couro parar dar conforto a mão, em seu pomo podia ser visto uma bela gema avermelhada que deixava a arma linda.

Tinha deixado àquelas vielas e agora estava em uma parte da cidade que era mais iluminada e também a mais rica, as ruas estavam completamente vazias a não ser por minha presença, andava pelo local admirando as casas e após alguns minutos percebo que a janela do terceiro andar de uma casa estava aberta isso chamou minha atenção e aproveitando que eu era leve comecei a escalar casa. Quando olhei dentro do recinto encontrei vários livros e pergaminhos, sem fazer som adentrei ao local e comecei a olhar tudo que tinha lá, ao que parecia e a sala de oficio de um contador ou mercador, encima da mesa se encontrava um saquinho de moedas que recolhe na mesma hora e o guardei junto do outro, andei ate outra mesa e encontrei um pergaminho, não pude ler muito do mesmo, mas pelo que ele dizia seria um pergaminho de magia de cura.

Ouvi passos se encimando para o quarto e na mesma hora recolhi o pergaminho e me dirigi à janela, subi na mesma e cobri minha cabeça com o capuz do manto que agora cobria todo o meu corpo menos minha calda que ficou exposta, quando me preparei para pular a porta foi aberta olhei para a mesma e vi uma Bahaliana adentrar ao recinto e ao me ver a mesma se assustou, sorri e logo depois pulei para a casa ao lado me equilibrei no parapeito da janela da mesma e subi ate seu telhado de lá corri em direção a pousada e aproveitando que estava encima do telhado entrei em meu quarto pela janela que estava entreaberta. Logo após entrar eu deixei todos os meus roubos encima da mesa que o quarto possuía e fui me lavar em seguida deitei-me em minha cama e como estava cansada e o doce abraço das cobertas me fez dormir rapidamente.

Roubos:
As coisas que roubei foram dois sacos com falcões de prata um pergaminho de cura magica e uma faca de prata com cabo folheado a ouro e uma gema vermelha como rubi em seu pomo, se eu conseguir gostaria que o pergaminho e a faca fossem para meu inventario

OBS:
oi desculpe os erros e a falta de template e que ainda não consegui um para mim e mais uma vez desculpe os erros
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Morgiana Polos



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Re: [EMP] Morgiana Polos the fox

Mensagem por Guardian em Qua Dez 31, 2014 10:09 pm

Avaliação EMP



Minhas maiores críticas são quanto a gramática, a pontuação e a falta de revisão do texto. Aconselho que o faça em auxílio do word, para corrigir os erros mais básicos e preste atenção na vírgula, que quando usada erroneamente ou na falta, causa confusão e incomodo na leitura. Também poderia ser usado ponto de exclamações em algumas falas ao longo do texto, ou de interrogação que você esqueceu.

Ademais, achei o roubo por demais amador, mas digno de uma recompensa. Você poderia ter descrito melhor os objetos que ele mostrava enquanto caminhava, para você ter noção das jóias e aprofundar melhor no por quê ele tinha tanto dinheiro. Isso aumenta o conteúdo de sua narração. Seja detalhista, principalmente quando está roubando a casa de alguém, diga que está escuro, seus passos são silenciosos e ações furtivas, dignas de um ladino.

Correção de alguns erros: coxa, caíra, lâmina, aquelas, em cima do, cauda, taverna, drow, depois.

Recompensa: 10 pp + extra 15 pp.
Dados: Aqui


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